Por Alberto de Avellar – Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos, vive um chamado “Novo Tempo”. Após nove anos marcados por disparates, abando
Por Alberto de Avellar – Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos, vive um chamado “Novo Tempo”. Após nove anos marcados por disparates, abandono e ausência efetiva de políticas públicas, a população — cansada, sofrida e desacreditada — começa a comemorar nas ruas e nas redes a decisão do prefeito Del do Cristo Rei de alinhar-se politicamente com o Governo do Estado e o Governo Federal.
Para muitos, os comentários nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp — hoje o verdadeiro termômetro da opinião popular — dispensam qualquer formalidade institucional. Sejamos sinceros: já não é preciso convocar audiências públicas. Basta abrir o Instagram, o Facebook ou os grupos comunitários, e ali está o retrato cru da vontade popular.
Após a audiência entre o governador Jerônimo Rodrigues e o prefeito Del, realizada na última sexta-feira (09), o sentimento predominante resumiu-se em uma única frase que ecoou de ponta a ponta da cidade:
“Deus ouviu e atendeu nossas preces. As trombetas do céu tocaram, e os anjos do Senhor estão cumprindo a dádiva prometida ao povo de Simões Filho.”
Para muitos, a chamada era Dinha — ou a era do Inominável, o “Dindinha”, devoto do dinheiro público e do poder absoluto — chegou oficialmente ao fim.
Que esse falso profeta do discurso vazio de “Deus, Pátria e Família” vá cantar em outra frequência. Simões Filho mudou de sintonia. Seu povo também é filho de Deus.
E Deus, que é Deus de verdade, ama a todos de forma igual — não como fazia o ditador travestido de gestor, que governava sob a máxima perversa:
“Para os meus, tudo. Para o povo, apenas sofrimento.”


COMMENTS