SUCESSÃO ESTADUAL EM “SIMÕES Por Alberto de Avellar – Sucessão Estadual em Simões Filho-Ba. - Se alguém ainda tinha dúvidas de que a política de
SUCESSÃO ESTADUAL EM “SIMÕES
Por Alberto de Avellar – Sucessão Estadual em Simões Filho-Ba. – Se alguém ainda tinha dúvidas de que a política de Simões Filho é um grande stand-up involuntário, os últimos movimentos dos “líderes” locais provam que estamos diante do maior espetáculo de variedades da RMS. E olha… sem nem precisar contratar palhaços: eles mesmos fazem o serviço completo.
VEREADOR SID SERRA – Pré-candidato 2026.
O tabuleiro estadual começou a esquentar e, como sempre, os jogadores daqui já aparecem com cartas marcadas, discursos reciclados e promessas com prazo de validade menor que danone fora da geladeira.
O RETORNO DO FILHINHO DE PAINHO
O ex-vice-prefeito e hoje vereador do PDT, Sid Serra, resolveu tirar a poeira da ambição guardada no fundo da gaveta e ensaiar uma pré-candidatura a deputado estadual. Tudo isso dentro da base do ex-prefeito Diógenes Tolentino, o “eterno dono da bola”, como diz o povo.
Nada mais natural: em Simões Filho, os ex-aliados viram adversários, que viram aliados, que viram novamente adversários… até que um cargo ou promessa faça o ciclo recomeçar. A política local é basicamente um carrossel, e Sid, pelo visto, voltou a querer pegar o cavalinho dourado.
O PAREDÃO DOS VEREADORES “DESPERTOS”
Enquanto isso, seis vereadores da base Dinha/Del já estão com as malas prontas – e recheadas de expectativa – para apoiar o ex-prefeito da cidade vizinha, Candeias. O movimento, articulado pelo trio Carlos Neto, Adailton O Cacambeiro e Eri o Costa, jogou no ventilador aquilo que todo mundo já sabia, mas eles fingiam que não: não vão apoiar Kátia Oliveira nem Paulo Azi.
A justificativa? Cada um dá a sua. Mas o povo já traduziu: chegou a época da migração política, quando as andorinhas trocam de telhado para garantir sombra, votos e, claro, a tradicional fatia do prestígio que acompanha quem estiver mais perto do cofre.
BLEFES, MENTIRAS E CAMARIM SEM ESPELHO
No meio desse teatro, quem menos importa é o povo – mas é justamente o público quem paga o ingresso mais caro. A plateia assiste, ano após ano, à mesma peça, com o mesmo roteiro, os mesmos personagens e o mesmo final: o erário municipal sendo usado como se fosse cartão corporativo de festa open bar.
Enquanto vereadores brigam para ver quem fica com o melhor camarote no próximo governo, a cidade continua esperando saúde pública digna, transporte sem caos, obras sem superfaturamento e escolas que alfabetizem de verdade.
Mas, claro… quem liga para isso quando há um tabuleiro político para disputar?
O DESPERTAR DO POVO
A ironia disso tudo é que eles acham – realmente acham – que o povo ainda cai na velha conversinha de “projeto político”, “trabalho pela cidade” e “compromisso com o desenvolvimento”. Mas a paciência da população já não é a mesma.
E, quando o momento chegar, o recado vai vir do jeito que Simões Filho sabe dar:
um sonoro, ecoante e retumbante NÃO.
Não à farsa.
Não ao teatro.
Não ao circo montado com dinheiro público.
Desperta, meu povo de Simões Filho.
Porque eles estão contando justamente com sua distração para continuar fazendo graça…
E graça, aliás, bem cara.


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