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Netanyahu diz que regime iraniano “não deve ser armado com armas nucleares” e defende ofensiva conjunta com os EUA

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado (28) que a ofensiva militar contra o Irã tem como objetivo eliminar o que c

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado (28) que a ofensiva militar contra o Irã tem como objetivo eliminar o que classificou como “ameaça existencial” representada pelo regime iraniano. A declaração ocorre após ataques coordenados entre Israel e Estados Unidos contra alvos estratégicos em território iraniano.

Em pronunciamento oficial, Netanyahu foi direto: o Irã não pode, sob nenhuma hipótese, desenvolver armas nucleares. Segundo ele, a operação militar busca impedir que o regime “terrorista e assassino” tenha capacidade de ameaçar não apenas Israel, mas “toda a humanidade”.

Agradecimento a Trump e recado ao regime

O premiê israelense agradeceu publicamente o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem chamou de “grande amigo”. Trump já havia confirmado a participação americana nas ações militares, afirmando que as operações visam eliminar ameaças ao povo norte-americano.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidente dos EUA declarou que tentou “repetidamente chegar a um acordo” com Teerã, mas acusou o país de insistir no desenvolvimento de seu programa nuclear e de ampliar riscos globais.

Netanyahu reforçou que a ação militar conjunta criará as condições para que o povo iraniano “tome seu destino em suas próprias mãos”, sinalizando que a ofensiva não é apenas militar, mas também política.

Apelo à população iraniana

No discurso, o líder israelense fez um chamado direto aos diferentes grupos étnicos do Irã, citando persas, curdos, azeris, balúchis e ahwazis, para que se libertem do que chamou de “jugo da tirania” e construam um “Irã livre e pacífico”.

A fala amplia o tom da crise, ao sugerir abertamente a possibilidade de mudança de regime em Teerã, governado desde 1979 por um sistema teocrático sob liderança do aiatolá Ali Khamenei.

Operação conjunta e tensão máxima

A ofensiva ocorreu na madrugada e foi coordenada entre forças israelenses e norte-americanas, em meio à crescente mobilização militar dos EUA na região do Golfo. Washington vinha reforçando sua presença com caças e navios de guerra, elevando a pressão sobre o governo iraniano.

A justificativa oficial de Israel e dos Estados Unidos é impedir que o Irã avance no enriquecimento de urânio e na produção de mísseis com capacidade de longo alcance. Para Tel Aviv, permitir que Teerã obtenha armamento nuclear representaria uma ameaça direta à segurança do Estado israelense.

Escalada no Oriente Médio

A nova fase do confronto amplia o risco de retaliação iraniana e de desdobramentos regionais, com impacto direto no equilíbrio geopolítico do Oriente Médio, nos mercados internacionais e na segurança global.

Ao assumir publicamente a ofensiva e defender a derrubada do regime iraniano, Netanyahu eleva o embate a um novo patamar diplomático e militar, enquanto Trump reforça sua postura de linha dura contra Teerã.

A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com preocupação.





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