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Moraes autoriza novas visitas de parlamentares a Bolsonaro após o Carnaval

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou uma nova leva de visitas de parlamentares ao ex-presidente Jair Bolsonar

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou uma nova leva de visitas de parlamentares ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. As visitas foram liberadas para ocorrer após o feriado de Carnaval e reforçam a movimentação política em torno do líder da direita.

A decisão contempla deputados federais e senadores ligados ao Partido Liberal, principal legenda de oposição ao governo do presidente Lula da Silva (PT).

Parlamentares do PL estão na lista

Entre os autorizados estão os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Ubiratan Sanderson (PL-RS), que poderão visitar Bolsonaro no dia 21 de fevereiro. Também foram liberadas as visitas do líder do PL no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), e do senador Bruno Bonetti (PL-RJ), agendadas para o dia 18 de fevereiro.

A presença de lideranças nacionais do partido evidencia a tentativa do bolsonarismo de manter Bolsonaro no centro do debate político, mesmo fora do cenário eleitoral direto.

Visitas terão horários separados

De acordo com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, as visitas deverão ocorrer em horários distintos, seguindo os protocolos estabelecidos pelo sistema penitenciário do Distrito Federal e pelas determinações judiciais.

O controle rigoroso busca evitar encontros coletivos e preservar as regras impostas ao ex-presidente desde sua transferência para o presídio.

Movimento político segue ativo

Nos bastidores, aliados avaliam que as visitas têm peso político e simbólico, funcionando como demonstração de unidade da oposição em torno de Bolsonaro. A agenda ocorre em meio à intensificação da atuação do PL no Congresso, com foco em pautas que confrontam o governo Lula e o Supremo Tribunal Federal.

A autorização reforça que, apesar da prisão, Jair Bolsonaro segue sendo tratado como figura central do campo conservador e peça estratégica nas articulações da direita para os próximos embates políticos.





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