A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) decidiu adiar para agosto a definição das estratégias de campanha para a disputa ao Senado em 2026, i
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) decidiu adiar para agosto a definição das estratégias de campanha para a disputa ao Senado em 2026, incluindo a escolha do suplente da chapa no Distrito Federal. A informação foi repassada por aliados próximos da presidente nacional do PL Mulher.
Segundo integrantes do partido, Michelle tem dedicado grande parte do tempo aos cuidados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que passou recentemente por uma cirurgia no ombro. O cenário teria reduzido a participação da ex-primeira-dama em compromissos públicos e agendas políticas ligadas à pré-campanha.
Nos bastidores, dirigentes do PL avaliam que Michelle mantém forte capital eleitoral e elevado índice de reconhecimento entre o eleitorado conservador, o que diminui a pressão por uma atuação intensa nas ruas neste momento. A leitura interna é que o nome da ex-primeira-dama já aparece consolidado para a disputa de uma das vagas ao Senado pelo Distrito Federal.
Além da recuperação de Jair Bolsonaro, integrantes da legenda entendem que as publicações de Michelle nas redes sociais, mostrando a rotina de cuidados com o marido, também têm potencial de engajamento político junto ao público conservador, especialmente entre mulheres evangélicas e apoiadores do ex-presidente.
Apesar disso, o PL trabalha para acelerar a entrada de Michelle na campanha eleitoral. A expectativa da legenda é que a presença mais ativa da ex-primeira-dama impulsione o segundo voto ao Senado da deputada federal Bia Kicis (PL-DF), considerada peça importante na estratégia da direita para conquistar as duas cadeiras do Distrito Federal na Casa Legislativa.
Aliados reconhecem que o cenário eleitoral para Bia Kicis é mais competitivo, mas apostam na força política de Michelle Bolsonaro para consolidar a chapa bolsonarista nas eleições de 2026.
Segundo informações de bastidores, a definição sobre suplência, alianças e intensificação da agenda pública deve ocorrer após o período de recuperação do ex-presidente Jair Bolsonaro.


COMMENTS