Lula da Silva (PT) terminou o primeiro turno das eleições presidenciais atrás de Flávio Bolsonaro (PL). O governo não esperava por isso. A campanha
Lula da Silva (PT) terminou o primeiro turno das eleições presidenciais atrás de Flávio Bolsonaro (PL). O governo não esperava por isso. A campanha petista agora pretende ampliar a atuação nas redes sociais e adaptar a comunicação para alcançar novos eleitores, mas muitos dizem que agora é tarde.
Segundo levantamento publicado pelo Estadão, Lula dedicou 11 das 28 agendas de rua a seis capitais: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Brasília e Maceió. Nessas cidades, o petista ampliou em 457.542 votos o déficit em relação ao campo bolsonarista, na comparação apresentada pela reportagem.
No resultado nacional do primeiro turno, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Nas 21 cidades visitadas pelo presidente durante a campanha, o petista somou 50,8% dos votos e ficou cerca de 356 mil votos à frente do adversário. Fora desse grupo, porém, perdeu por uma diferença de aproximadamente 2,58 milhões de votos.
Campanha reforça estratégia digital
Diante do resultado negativo, a equipe de Lula pretende investir em vídeos curtos, linguagem mais direta e maior presença em plataformas como Instagram e TikTok. A estratégia também prevê a participação de jovens políticos com forte alcance digital.
A avaliação dentro da campanha de Lula só percebeu agora, que a disputa digital teria papel importante nesta eleição. O povo esta conectado, até demais, são viciados em redes sociais e rolagem de tela, parecem ‘zumbis idiotas’ com celulares nas mãos.
Lula retoma agendas presenciais
Na sexta-feira (9), Lula voltou às ruas com uma carreata em Ceilândia, no Distrito Federal, ao lado de Leandro Grass, candidato petista ao governo local, e da primeira-dama, Janja da Silva. Durante o ato, o presidente afirmou que pretende ampliar sua atuação nas redes e brincou que está se tornando o “rei da selfie”.
A campanha também enfrenta dificuldades para consolidar palanques em alguns dos estados onde o presidente perdeu nas principais capitais. Lula pode se torna na história aquele presidente que tinha tudo para perder e perdeu.


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