O presidente do PL na Bahia e candidato ao Senado na chapa liderada por ACM Neto (União Brasil), João Roma (PL), avaliou que a decisão do Republica
O presidente do PL na Bahia e candidato ao Senado na chapa liderada por ACM Neto (União Brasil), João Roma (PL), avaliou que a decisão do Republicanos de permanecer neutro na disputa pela Presidência da República representa um revés para a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Apesar disso, o ex-ministro afirmou que a estratégia eleitoral da oposição na Bahia permanece inalterada, com prioridade para derrotar o grupo político comandado pelo PT no estado.
Em entrevista, Roma destacou que a construção de uma ampla aliança é um objetivo natural de qualquer candidatura majoritária e reconheceu que a neutralidade adotada pelo Republicanos frustrou a expectativa de ampliar o arco de apoio ao candidato do PL no plano nacional.
“É óbvio que cada candidatura precisa buscar a mais ampla aliança possível. Aqui na Bahia conseguimos construir uma frente com importantes forças políticas para promover a mudança no estado. Nacionalmente, o ideal seria repetir esse mesmo modelo, mas, infelizmente, isso não foi possível no caso do Republicanos”, afirmou.
Aliança na Bahia segue mantida
Embora tenha lamentado a posição da legenda, João Roma ressaltou que a decisão não interfere na composição da oposição baiana. Segundo ele, o projeto político liderado por ACM Neto continua reunindo diferentes partidos com o objetivo de disputar o Palácio de Ondina nas eleições de outubro.
A declaração ocorre após o Republicanos anunciar que não apoiará formalmente nenhum candidato à Presidência da República em 2026, optando por uma postura de neutralidade no pleito nacional. A decisão reduziu as possibilidades de ampliação da coligação de Flávio Bolsonaro e levou o PL a concentrar a escolha do candidato a vice entre nomes da própria legenda.
Estratégia mira mudança no governo da Bahia
Para João Roma, o cenário nacional não altera as prioridades da oposição no estado. O dirigente do PL afirmou que a principal missão da aliança formada na Bahia é apresentar uma alternativa ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT), mantendo a união entre os partidos que integram o bloco oposicionista.
A avaliação reforça a estratégia adotada pelo grupo de ACM Neto, que busca fortalecer a campanha estadual independentemente das definições envolvendo a disputa pelo Palácio do Planalto.


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