O cenário eleitoral para 2026 começa a ganhar contornos mais definidos e, nos bastidores, o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já desponta co
O cenário eleitoral para 2026 começa a ganhar contornos mais definidos e, nos bastidores, o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já desponta como um dos principais polos de disputa nacional. Levantamentos recentes indicam que o parlamentar aparece competitivo, e em alguns cenários à frente, do presidente Lula da Silva (PT), se consolidando- como alternativa real ao Palácio do Planalto.
Nesse contexto, a escolha do vice passou a ser peça-chave da estratégia, com foco direto no Nordeste, região historicamente desafiadora para o bolsonarismo.
Bruno Reis entra no radar como “plano estratégico”
Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, o entorno de Flávio Bolsonaro avalia nomes com forte densidade eleitoral no Nordeste, e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), surge como uma das principais opções.
A aposta é clara, ampliar presença regional e quebrar resistências eleitorais. Além de Bruno Reis, também aparece no radar a deputada federal Roberta Roma (PL), ligada ao grupo conservador no estado.
Nordeste vira peça central da eleição
A movimentação ocorre após a sinalização da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que indicou preferência por permanecer no Senado e disputar a presidência da Casa em 2027.
Com isso, aliados como João Roma (PL) e Rogério Marinho (PL-RN) passaram a defender uma composição que fortaleça o palanque no Nordeste.
Efeito dominó na Bahia fortalece ACM Neto
Nos bastidores, a possível formação de uma chapa com Bruno Reis como vice teria impacto direto na política baiana. A avaliação é de que o movimento ampliaria o capital político de ACM Neto (União Brasil), que já aparece liderando projeções para o governo da Bahia contra o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A construção de uma frente unificada na direita e centro-direita no estado incluiria ainda o prefeito Zé Cocá (PP) como vice, além de nomes competitivos ao Senado.
Aliança ampla pode redesenhar cenário eleitoral
Entre os nomes para o Senado estão Angelo Coronel (Republicanos) e o próprio João Roma (PL), compondo uma chapa robusta.
A leitura dentro do grupo é de que a soma dessas forças pode redesenhar o cenário político na Bahia e ampliar a influência no Nordeste, criando uma base sólida para os grupos de centro e da direita.


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