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FILHOS DA TERRA MEDALHÕES E FORASTEIROS DISPUTAM O VOTO EM SIMÕES FILHO!!!

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Por Alberto de Avellar -  Passado o prazo de filiação partidária, o tabuleiro político começou a ganhar forma e a corrida por uma vaga na Câmara d

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Por Alberto de Avellar –  Passado o prazo de filiação partidária, o tabuleiro político começou a ganhar forma e a corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados promete movimentar — e muito — os bastidores de Simões Filho.

Entre nomes tradicionais, estreantes e “medalhões” com apoio de estruturas poderosas, a disputa desenha um cenário de fragmentação e teste de força eleitoral.

“FILHOS DA TERRA” QUEREM PROTAGONISMO

Dois nomes locais despontam tentando vender ao eleitor a ideia de representação genuinamente simõesfilhense em Brasília.

Jefferson Costa (PSB).

Apresentando-se como “o único filho de Simões Filho” na corrida federal, Jefferson Costa entra na disputa carregando o peso político — e também o capital eleitoral — da tradicional família Costa.

Herdeiro de um grupo com raízes profundas na política municipal, Jefferson conta com o lastro do vereador Eri Costa e da ex-vereadora Zete Costa, ambos com histórico de mandatos e presença consolidada na cidade.

Nos bastidores, a leitura é que a família tenta transformar tradição em combustível para um voo mais alto.

A aposta no voto identitário e na memória política buscando crescer na estrutura local.

Manoel Carteiro (DC) entra no jogo

Do outro lado surge o ex-vereador Manoel Carteiro (DC).

Nascido em Maragojipe, mas buscando ancoragem política em Mapele, ele tenta se apresentar como representante das demandas populares e do subúrbio ferroviário.

A disputa com Jefferson pode abrir um embate simbólico: quem representa de fato Simões Filho?

Filho da terra ou liderança comunitária de base?

A resposta virá nas urnas.

OS MEDALHÕES DA MÁQUINA

Enquanto os nomes locais buscam protagonismo, os pesos pesados também rondam o eleitorado.

No grupo ligado ao ex-prefeito e ao governo municipal aparecem:

* Paulo Azi (União Brasil)

* Cajado (PP)

* Léo Prates (Republicanos)

São candidaturas com musculatura partidária, recursos e redes já consolidadas.

Nos corredores do poder, há quem diga: “A máquina pode até não decidir sozinha, mas empurra.”

OPOSIÇÃO TENTA DIVIDIR O TABULEIRO

Do lado oposicionista, o cardápio também cresceu.

Entram na disputa:

* Daniel Alencar (PSD) — novidade no jogo federal

* Ivoneide Caetano (PT) — com peso político regional e ligação com Camaçari

* Dr. Alfredo (PSD) — retorno ao partido e tentativa de reocupar espaço perdido já que disputou a última eleição pelo PP.

A oposição aposta em regionalização do voto e no desgaste do grupo governista para furar a bolha.

ELEIÇÃO PODE VIRAR TESTE DE FORÇA LOCAL

Mais do que uma disputa para deputado federal, 2026 pode virar um termômetro antecipado para a política municipal.

Porque cada voto para federal pode ser lido também como: força dos grupos locais, influência do prefeito Del e sobrevivência política do dinhismo e teste a capacidade da oposição crescer no espaço real para candidaturas da terra.

A PERGUNTA QUE JÁ CIRCULA NA RÁDIO PEÃO

Simões Filho vai eleger voto de identidade?

Vai seguir os medalhões?

Ou vai pulverizar votos e continuar sem protagonismo em Brasília?

Até porque tem o Deputado Federal Marcio Marinho (Republicanos), Daniel Almeida (PCdoB) o doido Sargento Isidoro e outros que deverão surgir ao longo da disputa.

A disputa começou.

E dessa vez o jogo promete.

Porque em Simões Filho, eleição para deputado nunca é só eleição para deputado… é ensaio para guerras maiores.





Fonte: Clique aqui

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