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Fechamento surpresa da Escola Municipal Clarice Ferreira gera revolta entre pais e alunos em Simões Filho

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Decisão abrupta do município para realocar crianças atípicas levanta questões sobre compromisso com a educação e inclusão

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Decisão abrupta do município para realocar crianças atípicas levanta questões sobre compromisso com a educação e inclusão

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Durante a sessão solene de abertura do ano legislativo ma última terça-feira, 18, o prefeito Devaldo Soares ‘Del’ prometeu priorizar a educação em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). No entanto, essa declaração parece estar em desacordo com a realidade enfrentada por pais e alunos da Escola Municipal Clarice Ferreira, que atende crianças atípicas. A unidade, que havia iniciado o ano letivo na segunda-feira, 17, fechou abruptamente as portas no mesmo dia, provocando indignação e protestos entre as famílias.
De acordo com a reportagem do site Tudo é Política, que apurou a situação sob sigilo por temor de represálias, revelou que a decisão de fechamento ocorreu após uma “reunião sigilosa”. As crianças foram transferidas para o antigo Programa de Atendimento à Primeira Infância (PAPI), uma unidade menor e inadequada para atender às necessidades especiais dos alunos.

Os pais foram surpreendidos com a mudança, muitos chegando à escola apenas para descobrir que seus filhos teriam que ser levados para um novo endereço, localizado ao lado da antiga unidade. A falta de comunicação prévia por parte da administração municipal gerou revolta, especialmente considerando que o novo espaço não oferece as mesmas condições de conforto e acessibilidade que a Escola Clarice Ferreira.

“Contávamos com salas amplas, um pátio espaçoso e uma cantina. O novo local é um cubículo, muito quente e abafado. Não há espaço para as crianças brincarem”, desabafou uma mãe, ao enfatizar a inadequação do ambiente para atender às necessidades das crianças atípicas.

Além das condições físicas, a mudança abrupta também alterou o horário das aulas. O quarto ano, que estudava no período da manhã, foi transferido para a tarde devido à falta de espaço no PAPI. Essa decisão pegou os pais de surpresa, uma vez que as matrículas já haviam sido realizadas para o turno matutino.

A situação levanta questionamentos sobre a real prioridade da administração municipal em relação à educação e à inclusão de crianças com necessidades especiais. Enquanto o prefeito Del se compromete a investir na educação, a realidade das famílias da Escola Clarice Ferreira sugere que, para muitos, essas promessas ainda estão distantes de se tornarem realidade. A comunidade local aguarda respostas e soluções que garantam um retorno seguro e adequado às salas de aula para seus filhos.

Com informações do Tudo é Política

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