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EUA intensificam ofensiva e bombardeiam posições do Estado Islâmico na Síria

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Pentágono afirma que ofensiva faz parte de operação permanente contra o terrorismo e envia recado direto a grupos extremistas

As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram, neste sábado (10), uma nova ofensiva aérea contra alvos do Estado Islâmico (ISIS) em território sírio. A ação, descrita como de grande escala, foi coordenada pelo Comando Central dos EUA e contou com apoio de forças aliadas, ampliando a pressão militar sobre o grupo extremista.

De acordo com o comando americano, os bombardeios atingiram múltiplas posições do ISIS em diferentes regiões da Síria. As áreas exatas e o número de mortos não foram divulgados, mas Washington deixou claro que o objetivo foi enfraquecer a capacidade operacional do grupo e impedir novos ataques contra tropas ocidentais.

Retaliação após ataque fatal

A nova rodada de ataques ocorre como resposta direta à morte de dois soldados americanos e de um intérprete, assassinados em 13 de dezembro durante um ataque jihadista na cidade de Palmira. O episódio elevou o nível de alerta das forças americanas na região e acelerou a decisão por uma resposta militar mais contundente.

Segundo o Centcom, a ofensiva integra a chamada Operação Olho de Falcão, autorizada pelo presidente Donald Trump ainda em dezembro. Na primeira fase da operação, dezenas de alvos ligados ao Estado Islâmico, incluindo depósitos de armas e estruturas logísticas, já haviam sido destruídos.

Recado aos terroristas

Em tom duro, o comando militar norte-americano afirmou que a mensagem aos grupos extremistas é clara. Qualquer ataque contra forças dos Estados Unidos ou de seus aliados será respondido com força, em qualquer parte do mundo.

Desde o retorno de Trump à Casa Branca, os Estados Unidos intensificaram ações militares fora de seu território, com operações registradas em países como Síria, Iêmen, Somália, Nigéria, Irã e Venezuela. A justificativa central do governo é o combate ao terrorismo jihadista e ao narcotráfico internacional.

Conflito sem trégua

A nova ofensiva reforça que, apesar das derrotas territoriais sofridas nos últimos anos, o Estado Islâmico segue no radar das potências ocidentais. Para Washington, a permanência do grupo na Síria representa uma ameaça contínua à estabilidade regional e à segurança internacional, justificando a manutenção de operações militares na região.





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