Por Alberto de Avellar – O Bom Velhinho doido para botar fogo no parquinho, até no hospital os dedos no teclado das denúncias não param... A DENÚN
Por Alberto de Avellar – O Bom Velhinho doido para botar fogo no parquinho, até no hospital os dedos no teclado das denúncias não param…
A DENÚNCIA FOI AO AR… – Às 12h19, no programa Panorama de Notícias, o radialista Ataíde Barbosa lançou a pergunta que ecoou em toda Simões Filho:
“cadê R$ 11,5 milhões que foram tomados de empréstimo… a rodoviária não saiu… e o dinheiro, sumiu, e obra ninguém viu, cadê o dinheiro?”
A fala, direta e sem rodeios, virou combustível para uma indignação popular que já vinha crescendo nos bastidores.
O DOCUMENTO EXISTE — E O DINHEIRO TAMBÉM
Comparações indicam que o local segue praticamente o mesmo, não há evidência de execução compatível com o valor gasto na obra que virou símbolo de abandono
e de possível desvio de verbas para outras finalidades.
ACUSAÇÕES E TENSÃO POLÍTICA…
A denúncia atinge diretamente a gestão do ex-prefeito Diógenes Tomentindo, e ganha ainda mais peso com declarações do vereador
Genivaldo Lima que, segundo relatos políticos, tem feito duras críticas à antiga gestão, elevando o tom do debate público e com a publicação de fotografias do local antes e depois na página do Instagram do vereador Carlos Neto que foi secretário de Infraestrutura no período de 2017 a março de 2020 um profundo conhecedor de obras e projetos da administração do ex prefeito.
QUEM DEVE RESPONDER?
A gravidade do caso exige apuração de órgãos como Ministério Público da Bahia e Federal, Polícia Federal e
Tribunal de Contas dos Municípios.
E também da própria Câmara Municipal, que tem o dever constitucional de fiscalizar e prestar esclarecimentos ao povo de Simões Filho.
A PERGUNTA QUE NÃO CALA
Onde está o dinheiro da rodoviária?
Não pode virar marchinha de carnaval “onde está o dinheirinho ninguém sabe ninguém viu.
Se o recurso foi liberado, obra foi prometida, o povo está pagando a conta de uma obra fantasma. Desse jeito o município vai ganhar notoriedade com direito a ônibus turístico todos os dias vindo visitar as obras e os funcionários fantasmas.
CONCLUSÃO — O POVO EXIGE RESPOSTAS
Não se trata mais de discurso político.
Trata-se de dinheiro público, responsabilidade e transparência.
As imagens divulgadas pelo vereador Carlos Neto no Instagram mostram o terreno praticamente inalterado, estrutura mínima ou inexistente e ausência de avanço visível da obra.
A pergunta é inevitável:
onde estão os milhões investidos?
Porque, como bem disse no rádio:
“O dinheiro sumiu, a rodoviária não saiu e o povo ficou a ver navios.”
Quem vai explicar o sumiço Diógenes Tomentindo?


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