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E MUITO GRAVE ESTADO DE SAÚDE DE AVELLAR…

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Se agrava o estado de saúde do editor das Crônicas do Bom Vellhinho, Alberto de Avellar, um dos principais construtores do PDDM Plano Diretor de De

Bombeiro Mota é diplomado vereador e reforça compromisso de fiscalizar e legislar em favor do povo de Simões Filho
DELL & SIMONE – NÃO VALORIZAM A GENTE BOA DA TERRA BOA.
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Se agrava o estado de saúde do editor das Crônicas do Bom Vellhinho, Alberto de Avellar, um dos principais construtores do PDDM Plano Diretor de Desenvolvimento Municipal Lei 995/2016 e do Colegiado de Direitos Humanos e Cidadania do Município de Simões Filho-Ba.

A luta de Alberto de Avellar, pela ampla participação popular na vida Pública, incluindo o Sistema de Transporte que vêm a mais de 15 anos, e por perseguição política do grupo do qual sempre apoio e uma verdadeira incógnita o qual o está levando este conceituado jornalista com dois Título Internacional á morte.

Entenda o Caso na íntegra.

A situação se arrasta desde 2020, quando Alberto foi infectado pela Covid-19 durante a campanha eleitoral daquele ano. “Fiquei dois meses em casa sem medicação, até que fui diagnosticado com tuberculose e internado no Hospital de Simões Filho, isolado”, conta. Como o município não contava com um pneumologista, acabou sendo atendido por uma pediatra que o encaminhou para um longo tratamento.

Após exames mais aprofundados, foi detectado um nódulo pulmonar de 6 cm por 3 cm no pulmão esquerdo, o que agravou drasticamente seu quadro clínico. Em paralelo, surgiram denúncias de irregularidades em sua função pública, o que segundo ele, intensificou um processo de perseguição política orquestrada nas redes sociais pelo chamado “Gabinete do Ódio”.

Alberto relata que, mesmo com laudos e atestados, teve seu salário suspenso, sofreu rebaixamento de cargo e passou a trabalhar em home office sob salários incompatíveis com o piso da categoria. “Em dezembro de 2023, fui enviado a pedido de Dinha [então prefeito] para cobrir o encerramento do programa Jovem Vereador. Lá, tentaram me matar dentro da Câmara. Depois disso, fui orientado a ficar em casa até resolverem minha situação”, lembra.

Mas a promessa nunca se cumpriu. Sem salários desde fevereiro de 2024, Alberto teve que abandonar o tratamento regular por falta de recursos. “Passei a viver de doações. Não consigo comprar medicamentos, comida, pagar aluguel, luz, água, nem a internet que uso para tentar manter meu trabalho ativo”, desabafa.

Seu quadro de saúde é alarmante: além do tumor pulmonar resistente ao tratamento, ele enfrenta diabetes descontrolada, inchaço renal severo e corre risco de precisar interromper o tratamento no pulmão caso precise ser internado para cirurgia nos rins.

Em busca de justiça, ele ingressou com um Mandado de Segurança com medida cautelar contra a Prefeitura de Simões Filho. O juiz da Vara da Fazenda Pública já intimou o procurador do município, que tem até o dia 13 de maio para apresentar resposta e resolver a situação, incluindo pagamentos atrasados, correção salarial, custeio de tratamento e indenizações.

“Até lá, como sobrevivo? Preciso de ajuda da comunidade. Estou tentando viver, mas o Estado que deveria me proteger está me matando aos poucos”, apela Alberto.

Como ajudar Alberto de Avelar

A comunidade de Simões Filho pode se mobilizar para ajudar com doações de alimentos, medicamentos ou recursos financeiros. A equipe do blog Crônicas do Bom Velhinho está centralizando os apoios. Quem quiser contribuir pode entrar em contato diretamente pelo telefone 71 99216-2771 (WhatsApp), ou por Chave pix CPF 183.196.020-68.

Repercussão e solidariedade

Amigos, leitores, colegas de imprensa e defensores dos direitos humanos vêm se manifestando nas redes sociais com a hashtag #AjudaAlbertoJá, pedindo atenção das autoridades e mobilização da sociedade civil.

O caso de Alberto de Avelar expõe, mais do que uma tragédia pessoal, um retrato cruel da negligência institucional e dos impactos da perseguição política em Simões Filho. O jornalista, que por anos se dedicou a dar voz aos esquecidos, agora precisa ser ouvido — e amparado — por todos nós.

Fonte: Tudo é Política





Fonte: Clique aqui

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