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Por Alberto de Avellar - Mesmo muitos falando que estou magoadinho, mas nosso editorial fala o que o povo quer saber e não  as verdades que lados

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Por Alberto de Avellar – Mesmo muitos falando que estou magoadinho, mas nosso editorial fala o que o povo quer saber e não  as verdades que lados politicos partidarios querem esconder… 

Simões Filho — Nem mesmo o feriadão foi capaz de silenciar a chamada “rádio peão”, que segue a todo vapor captando e disseminando informações diretamente dos bastidores do poder municipal. E, desta vez, o que ecoa nos corredores da política local são rumores de forte impacto institucional e financeiro.

De acordo com informações que circulam nos bastidores da Câmara Municipal, o ex-prefeito Diógenes Tolentino poderá ser alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O objetivo seria investigar a aplicação de aproximadamente R$ 145 milhões em empréstimos contraídos durante sua gestão.

A possível abertura da CPI reacende questionamentos antigos sobre o destino desses recursos, sobretudo diante do atual cenário financeiro do município, que estaria comprometido com pagamentos mensais superiores a R$ 5 milhões referentes à amortização da dívida, juros e encargos.

Efeito dominó atinge atual gestão…

Como já diz o ditado popular — “notícia ruim nunca vem só” —, o impacto político pode atingir diretamente o atual prefeito Devaldo Soares. Segundo relatos de bastidores, há crescente preocupação com a condução das finanças municipais.

Fontes apontam que o secretário da área econômica, Roberto Escudeiro, considerado homem de confiança do ex-prefeito, teria deixado escapar, em conversa reservada, um cenário preocupante: o município pode enfrentar uma crise financeira severa já a partir de agosto, com risco real de atraso ou incapacidade de pagamento da folha salarial.

Caso se confirme, o cenário exigiria medidas duras, como cortes de despesas, ajustes na folha e possíveis demissões, o que tende a ampliar ainda mais a tensão social e política na cidade.

Denúncia de “funcionários fantasmas” agrava crise.

Para aumentar a pressão, uma denúncia grave veio à tona. O ex-integrante da SEGOV, Alisson Ramos, teria formalizado junto ao Ministério Público a existência de cerca de 1.200 funcionários fantasmas na estrutura da prefeitura.

A denúncia, caso comprovada, pode representar não apenas prejuízo aos cofres públicos, mas também reforçar a necessidade de investigações mais profundas sobre a gestão administrativa do município.

Clima de instabilidade…

Diante desse conjunto de informações, o clima nos bastidores políticos de Simões Filho é de instabilidade crescente. A possível CPI, somada às denúncias e ao alerta de crise financeira, coloca o município em um momento decisivo, que pode redefinir o rumo político e administrativo da cidade nos próximos meses.

Enquanto isso, a rádio peão segue fazendo o seu papel informal — ouvindo, filtrando e espalhando aquilo que, muitas vezes, ainda não chegou oficialmente ao conhecimento público.

E como sempre, resta a pergunta que ecoa nas ruas e nos corredores do poder:

o que é rumor… e o que, de fato, está prestes a se tornar realidade?





Fonte: Clique aqui

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