Por Alberto de Avellar – Minhas crianças adoráveis de Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos, preparem-se: vem aí a 3ª Temporada de “Abuso d
Por Alberto de Avellar – Minhas crianças adoráveis de Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos, preparem-se: vem aí a 3ª Temporada de “Abuso de Poder”!
Sim, eu sei… nós já tínhamos enterrado esse dramalhão simõesfilhense com direito a terça-feira de cinzas de Carnaval: acabou… acabou… acabooooou!
Mas, como nesta terra nada morre e tudo reaparece igual fantasma com endereço fixo, eis que o desbravador relator, Desembargador Pedro Godinho, do TRE-BA, resolveu ressuscitar o enredo.
Depois de fazer um suspense tão grande para publicar no Diário Oficial que até Paulo Pessoa já cogitava ir a pé, de romaria, até Brasília, o homem que surfa orgulhosamente na Onda Azul abriu o coração e concedeu mais 3 dias de prazo.
Isso mesmo! Três dias novinhos em folha para o PSD — e eu disse PSD, não confundam com aqueles que adoram assar barro para qualquer faraó — entrar com o tão aguardado Recurso Especial ao TSE, onde o mérito do processo de Abuso de Poder finalmente poderá ser julgado.
E o mais hilário: o destemido Desembargador não apenas prorrogou o prazo… ele mandou junto um mapa do tesouro, um passo a passo detalhado de como protocolar o recurso, só para o pessoal não errar desta vez. O homem praticamente fez um tutorial estilo YouTube jurídico: “Como recorrer ao TSE em 5 passos simples”.
Agora, antes que botem meu nome na roda:
eu não tenho nada a ver com essa história.
Se o Desembargador abriu novo prazo, problema dele.
Se o PSD vai recorrer ou não, problema é dos Alencares — Otto e Eduardo, os donos da bola.
A decisão está aí, escancarada, para quem quiser ler.
Uma coisa, porém, é certa:
Dindinha e Katita, o casal mais amado (e torrado) da Bahia, estão mais queimados que churrasco de bêbado em final de campeonato, na prorrogação, com cobrança de pênalti por um manco sarrolho.
E euzinho?
Bom, vou entrar em recesso parlamentar antes que bata a tão temida insulinachocotone glicêmica de Natal.
Não estou mais disposto a comentar essa insanidade inconstitucional corporativa chamada política de Simões Filho.


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