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Após reação de Tereza Cristina, presidente do Progressistas se pronuncia

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O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PP-PI), afirmou neste sábado (14) que o partido “nunca foi tão unido”, apesar da div

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O presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PP-PI), afirmou neste sábado (14) que o partido “nunca foi tão unido”, apesar da divergência pública envolvendo a nota de desagravo ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A declaração ocorre após a líder do PP no Senado, Tereza Cristina (PP-MS), publicar posicionamento contrário à manifestação divulgada pela federação PP-União Brasil em defesa do magistrado. Segundo a senadora, o texto não foi debatido previamente com a bancada e não poderia ser interpretado como uma posição institucional dos senadores do partido.

“Nunca fomos tão unidos. Uma nota foi da presidência, outra foi da liderança”, afirmou Ciro ao comentar o episódio, sinalizando que as manifestações refletem instâncias distintas dentro da estrutura partidária.

Nota da federação e reação no Senado

Na sexta-feira (13), Ciro Nogueira e o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, assinaram nota pela federação União Progressista em defesa de Toffoli. O texto criticou o que chamou de “narrativas” direcionadas contra o ministro e destacou que ataques ao integrante do STF representariam risco às instituições e ao sistema democrático.

A manifestação ocorreu em meio à repercussão do chamado “caso Master”, que levou Toffoli a deixar a relatoria após a divulgação de relatório da Polícia Federal apontando supostas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do banco envolvido na investigação.

No mesmo dia, Tereza Cristina divulgou nota própria, assinada por quatro dos oito senadores do PP — Dr. Hiran (PP-RR), Esperidião Amin (PP-SC), Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Margareth Buzetti (PP-MT) —, reforçando que a bancada não foi consultada sobre o posicionamento da federação.

Não assinaram o documento Ciro Nogueira, Laércio Oliveira (PP-SE) e Daniella Ribeiro (PP-PB).

Senado e eventual análise contra ministros do STF

O episódio ganha relevância institucional porque cabe ao Senado analisar e julgar eventuais pedidos de impeachment contra ministros do STF, embora nunca tenha havido, até hoje, a cassação de um integrante da Corte pelo Legislativo.

A divergência interna no PP ocorre em um momento sensível de tensão entre setores do Congresso e o Supremo Tribunal Federal, ampliando o debate sobre o papel das federações partidárias e a autonomia das bancadas no Parlamento.

Ciro buscou minimizar o desgaste, defendendo que as posições distintas não representam ruptura, mas sim manifestações em esferas diferentes da legenda. 





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