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MANDA RECADO PARA O PARLAMENTO SEM PIEDADE !!!

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Por Alberto de Avellar - No velho e sempre citado princípio do Estado Democrático de Direito — aquele mesmo da “igualdade para todos”, que muitos

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Por Alberto de Avellar – No velho e sempre citado princípio do Estado Democrático de Direito — aquele mesmo da “igualdade para todos”, que muitos gostam de citar, mas poucos praticam — a ampla participação popular na vida pública deixa de ser discurso bonito e passa a ser obrigação, sobretudo quando a crise tem cheiro forte de dinheiro público evaporado.

Nesta quarta-feira, em participação especial no já badalado podcast “Pod Pensar” — conduzido pelos anfitriões Eddy Carvalho e Wilson Cardoso e com mais de 500 aparelhos conectados em tempo real (número que, convenhamos, mete medo em muito gabinete por aí) — o deputado Eduardo Alencar, ex-prefeito de Simões Filho por quatro mandatos e dono de uma bagagem considerável em administração pública, resolveu abandonar qualquer sutileza.

E não foi para fazer média, não.

Sem rodeios, mandou um recado direto, reto e sem anestesia ao Parlamento Municipal.



A fala caiu como uma bomba — dessas que não dá tempo nem de procurar abrigo — ao defender a abertura de uma CPI para investigar os R$ 149 milhões em empréstimos contraídos na gestão do ex-prefeito Diógenes Tolentino (o popular Dinha). Dinheiro esse que, segundo a rádio corredor e a paciência já esgotada da população, ninguém sabe, ninguém viu… e, pelo visto, ninguém quer explicar.

A repercussão foi imediata.

Nos bastidores da política local, o clima é de constrangimento generalizado — aquela famosa “saia justa” que não cabe mais remendo. Afinal, o mesmo Parlamento agora se vê diante de uma encruzilhada nada confortável: investigar ou fingir que não ouviu?

E como se já não bastasse o tamanho do abacaxi, ainda vem pela frente a votação das contas de 2024 do ex-prefeito Dinha e, logo na sequência, as do atual gestor, Devaldo Soares (2025).

Ou seja: o teste de coerência chegou… e não aceita segunda chamada.

Agora resta saber se o Parlamento vai cumprir seu papel institucional ou seguir na confortável tradição do “deixa como está para ver como é que fica”.

Porque, desta vez, o recado foi dado — e não foi em tom de sussurro.





Fonte: Clique aqui

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