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Em campanha ao Senado, Michelle Bolsonaro promete defender presos do 8 de Janeiro

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A candidata ao Senado pelo Distrito Federal Michelle Bolsonaro (PL-DF) afirmou neste domingo (30) que pretende atuar no Congresso em defesa dos pre

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A candidata ao Senado pelo Distrito Federal Michelle Bolsonaro (PL-DF) afirmou neste domingo (30) que pretende atuar no Congresso em defesa dos presos pelos atos de 8 de Janeiro, caso seja eleita. A declaração ocorreu durante uma agenda de campanha em Vicente Pires, onde a ex-primeira-dama também reforçou o discurso de oposição ao PT e destacou a participação feminina na política.

Durante o evento, Michelle associou a candidatura ao Senado à defesa de aliados e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. Segundo ela, a pauta relacionada aos condenados ou investigados pelos atos de 8 de Janeiro estará entre suas prioridades caso conquiste uma das duas vagas destinadas ao Distrito Federal.

A candidata também fez críticas ao PT durante o discurso. Ao abordar a disputa política nacional, afirmou que “o Brasil não aguenta mais essa petralhada” e disse que seu grupo pretende “lutar e vencer”.

Michelle pede votos para Bia Kicis

A agenda também serviu para reforçar a parceria eleitoral entre Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, que disputam as duas vagas do Distrito Federal no Senado.

Michelle pediu aos apoiadores que votem nas duas candidatas e apresentou Bia como uma das principais representantes do grupo político ligado ao ex-presidente.

A ex-primeira-dama destacou ainda a trajetória da deputada federal e afirmou que ela foi uma das primeiras mulheres a defender as pautas do movimento político bolsonarista.

As duas candidaturas foram oficializadas pelo partido em agosto, quando a legenda confirmou Michelle e Bia para a disputa das duas cadeiras do Senado pelo Distrito Federal.

Discurso prioriza participação feminina

Além das críticas ao PT e da defesa dos presos do 8 de Janeiro, Michelle dedicou parte do discurso à participação feminina na política.

Segundo ela, mulheres precisam ocupar espaços de decisão e transformar experiências pessoais em pautas políticas. A candidata afirmou que pretende incentivar outras mulheres a entrarem na política “com respeito, amor e dedicação”.

Michelle também elogiou a governadora Celina Leão (PP), que busca a reeleição ao governo do Distrito Federal, e classificou a presença feminina na política como importante para a administração pública.

Michelle aparece na liderança para o Senado

A movimentação ocorre em um cenário eleitoral favorável à ex-primeira-dama. Pesquisa Quaest divulgada em 25 de agosto mostrou Michelle com 25% das intenções de voto na disputa pelo Senado no Distrito Federal, seguida por Leila do Vôlei, com 17%. O levantamento ouviu 1.104 eleitores entre os dias 21 e 24 de agosto, tem margem de erro de três pontos percentuais e foi registrado no TSE sob o número DF-06256/2026.

Outra pesquisa, divulgada neste domingo pelo Instituto IGAPE, também apontou Michelle na liderança da corrida pelo Senado, reforçando a posição de destaque da candidata no início da campanha.

A eleição no Distrito Federal terá duas vagas em disputa para o Senado, o que torna estratégica a formação das chapas e a divisão dos votos entre os candidatos.

Chapa bolsonarista busca consolidar força no DF

A campanha de Michelle ocorre em conjunto com a candidatura de Bia Kicis e com o projeto de reeleição de Celina Leão. A estratégia busca consolidar no Distrito Federal uma chapa alinhada ao campo político associado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Michelle tem utilizado sua popularidade e presença nas redes sociais para ampliar o alcance da campanha. Segundo levantamento divulgado pela Folha, ela e Bia também passaram a realizar transmissões conjuntas nas redes sociais durante a campanha, com o objetivo de fortalecer a candidatura da deputada ao Senado.

O cenário coloca a disputa pelas duas vagas do Senado no centro da estratégia eleitoral da direita no Distrito Federal. Ao transformar a defesa dos presos do 8 de Janeiro em uma das principais bandeiras de sua campanha, Michelle sinaliza que pretende levar ao Congresso uma agenda diretamente vinculada ao bolsonarismo e à oposição ao PT.





Fonte: Clique aqui

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