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Trump convida Lula para integrar conselho internacional de paz sobre Gaza

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O presidente Lula da Silva (PT) foi convidado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para integrar o chamado conselho de paz que irá dis

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O presidente Lula da Silva (PT) foi convidado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para integrar o chamado conselho de paz que irá discutir a reconstrução da Faixa de Gaza, região devastada após meses de confrontos no Oriente Médio. A iniciativa coloca o Brasil no centro de uma articulação internacional voltada ao pós-guerra e à reorganização administrativa do território palestino.

O convite foi encaminhado à representação diplomática brasileira em Washington e ainda aguarda uma resposta oficial do Palácio do Planalto. O colegiado será comandado por Trump e, segundo o presidente americano, terá como missão supervisionar temporariamente a administração de Gaza e coordenar esforços para a reconstrução da área após os ataques militares conduzidos por Israel.

Além de Lula, outros líderes e figuras políticas de peso foram chamados a compor o conselho. O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou publicamente que recebeu o convite. Nomes como o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair também são cotados para integrar o grupo.

O conselho de paz foi anunciado por Trump como parte de um pacote de medidas para encerrar o conflito na região. A proposta surge após a interrupção das hostilidades entre Israel e o Hamas, resultado de negociações conduzidas com forte participação do governo americano.

No plano bilateral, o convite a Lula é visto como mais um sinal da reaproximação entre Brasil e Estados Unidos. Nos últimos meses, os dois países avançaram em negociações comerciais, com a retirada de tarifas adicionais sobre produtos brasileiros, como café e carnes. Também houve gestos políticos relevantes, como a exclusão do ministro Alexandre de Moraes e de sua esposa de listas de sanções internacionais mantidas sob a Lei Magnitsky.

A eventual participação de Lula no conselho liderado por Trump pode ampliar o protagonismo do Brasil no cenário diplomático global, especialmente em temas sensíveis como conflitos internacionais, reconstrução humanitária e mediação política em áreas de instabilidade, dizem os especialistas como apurou o #Acesse Política.





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