A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que a saúde e a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão agora “nas mãos do PGR”, ao criticar
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que a saúde e a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão agora “nas mãos do PGR”, ao criticar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de submeter à Procuradoria-Geral da República o pedido de autorização para exames médicos em um hospital particular.
A manifestação ocorreu após Bolsonaro sofrer uma queda na cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, episódio que levou a defesa a solicitar sua imediata transferência para avaliação médica fora da unidade policial.
Críticas à demora
Em tom duro, Michelle questionou o procedimento adotado pelo STF e classificou como excessiva a exigência de novo parecer antes da liberação dos exames. Para ela, a decisão de aguardar a manifestação da PGR expõe o ex-presidente a riscos desnecessários e agrava a apreensão da família.
Segundo a ex-primeira-dama, a situação vai além de um trâmite jurídico e envolve a preservação da integridade física de Bolsonaro, que deveria ser prioridade diante do ocorrido.
Decisão sob questionamento
O ministro Alexandre de Moraes determinou que a PGR se pronuncie sobre o pedido da defesa antes de autorizar a ida do ex-presidente a um hospital particular. A medida provocou reação imediata de aliados, que enxergam no procedimento uma demora injustificável diante do relato de queda e da necessidade de exames.
Clima político
A declaração de Michelle amplia a tensão em torno do caso e reforça o discurso de aliados de Jair Bolsonaro, que acusam o STF de adotar rigor excessivo e de politizar decisões relacionadas à saúde do ex-presidente. O posicionamento também pressiona a Procuradoria-Geral da República, agora colocada no centro da decisão sobre a liberação dos exames médicos.


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