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SOBRE ADMINISTRAÇÃO, FUNDEB E O FUTURO DO GOVERNO DEL…

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Por Alberto de Avellar – A participação do professor e ex-vereador Jackson Bomfim no Panorama de Notícias, da Simões Filho FM 87.9, trouxe luz às principais tensões administrativas que envolvem o governo municipal, o Fundeb e a relação institucional com o governo do Estado.

Durante a sessão legislativa acompanhada pelo sindicato SINTSE, Jackson refutou números apresentados pela secretária Eliane Mota sobre o suposto gasto de 91% do Fundeb na folha, o que inviabilizaria o rateio. Segundo ele, até março de 2024, os dados não batiam com a realidade encontrada pela gestão anterior:

“Tínhamos R$ 24,7 milhões em conta, sendo R$ 15 milhões destinados a créditos e R$ 9,7 milhões livres para pagamento de pessoal. Esses números não justificam esse percentual tão alto.”

Sobre a crescente aproximação do prefeito Del com o governo do Estado — encontros com secretários como Adolfo Loyola e Roberta Santana — Jackson explicou que, por enquanto, trata-se de gesto institucional, não político:

“Del está fazendo o papel certo de buscar melhorias para a cidade. Isso não significa acordo político com Jerônimo. É aproximação administrativa.”

Questionado sobre rumores de que Mariza Pimentel poderia ser convidada para assumir a Secretaria Municipal de Educação, Jackson foi enfático:

“Nunca fomos procurados. Se houver convite, só será discutido com o nosso grupo político. E antes é preciso saber: estaríamos recebendo Del na oposição? É uma pergunta que o prefeito precisa responder.”

Jackson também analisou a relação tensa entre Del e o ex-prefeito Dinha, afirmando que ainda não enxerga rompimento real:

“Hoje, 90% dos secretários ainda são indicação de Dinha. Del não governa porque recebeu um pacote pronto.”

Para ele, o teste decisivo será a tão comentada reforma administrativa. Caso Del demita aliados-chave do ex-prefeito, como Iridan Brasileiro, a ruptura começará a aparecer:

“Se tirar Iridan, rompe 30% de Dinha de uma vez. A saúde está um caos e o contrato de R$ 3,3 milhões com a Fabamed não entrega o que promete.”

Jackson concluiu ressaltando que o prefeito precisa assumir de fato o governo, deixando claro quem manda:

“Ou é prefeito ou não é. Secretário de Dinha ‘com Del’ não existe. O prefeito é quem manda.”





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