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Mãe Atípica denuncia e desabafa contra falta de Risperidona no CECAD em Simões Filho

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Mãe de crianças autistas clama por medicamento essencial e critica desinformação dos gestores municipais sobre falta do remédio no CECADA luta diár

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A REALIDADE ESCONDIDA EM SIMÕES FILHO


Mãe de crianças autistas clama por medicamento essencial e critica desinformação dos gestores municipais sobre falta do remédio no CECAD

A luta diária de mães de crianças autistas em Simões Filho ganhou mais um capítulo de desespero e indignação. Em um desabafo emocionado, uma mãe atípica procurou o Centro Especializado da Criança e Adolescente com Deficiência (CECAD) em busca do medicamento Risperidona, crucial para o tratamento de seus filhos autistas, mas mais uma vez, ela foi recebida com a triste realidade de falta do remédio.

“Aqui, mais uma vez, eu aqui na frente do Centro Especializado da Criança e Adolescente com Deficiência (CECAD) vim buscar o remédio, o Risperidona, para os meus filhos e não tem novamente. Não aguento mais! Onde vamos parar com isso? Mais uma vez, sem remédio, no CECAD não tem remédio, Risperidona em comprimido não tem. Então, os vereadores só vivem mentindo dizendo que tem, que tem e nunca tem”, afirmou a mãe, visivelmente angustiada pela falta de suporte essencial para a saúde de seus filhos.

A situação traz à tona questões sérias sobre a gestão de recursos e a responsabilidade dos gestores locais, o prefeito Devaldo Soares ‘Del’, a atual secretária de Saúde, Iridan Brasileiro, e os 17 vereadores em assegurar que medicamentos e tratamentos estejam disponíveis para aqueles que mais precisam. O clamor da mãe reflete a angústia de muitas outras famílias que, assim como ela, se sentem abandonadas e desamparadas.

O Risperidona é um antipsicótico amplamente utilizado no tratamento de transtornos do espectro autista (TEA), e sua ausência compromete não apenas a estabilidade emocional das crianças, mas também o dia a dia das famílias que enfrentam desafios adicionais em uma sociedade que ainda luta para integrar e atender as necessidades especiais de seus filhos.

“Batalhamos diariamente para garantir o melhor para nossos filhos, e essa falta de compromisso deixa a gente sem esperança. Precisamos que as autoridades olhem para nós e entendam a gravidade das consequências de não oferecer o tratamento adequado”, acrescentou a mãe, ao destacar que esse não é um problema isolado, mas sim um reflexo de uma fragilidade no sistema de saúde.

O desabafo não só denuncia a ausência de medicamentos essenciais, mas também chama a atenção para a questão mais ampla da saúde pública e do apoio às famílias de crianças com necessidades especiais. Neste cenário, a voz da população, especificamente, da comunidade atípica se torna ainda mais poderosa na exigência de providências imediatas e efetivas, que garantam o acesso à saúde digna e à qualidade de vida das crianças autistas e suas famílias em Simões Filho.

Redação Notícias do Poder



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