Por Alberto de Avellar - Um velho dito popular alega que, "A verdade alimenta o rito da Justiça", mas, parece que este não é o caso da cidade de S
Por Alberto de Avellar – Um velho dito popular alega que, “A verdade alimenta o rito da Justiça”, mas, parece que este não é o caso da cidade de Simões Filho.
Uma única palavra escrita em letras garafaes em um parecer da Promotora Mariana Pacheco Figueiredo, “IMPROCEDENTE”, simplesmente calou uma cidade com mais de 140 mil habitantes, observem que calou os grupos de whatssap e redes sociais,calou políticos da situação, oposição e até mesmo aqueles que estavam em cima do muro, calou os veículos de comunicação, em suma na cidade impera um silêncio ensurdecedor.
Imagine vocês se a promotora de Justiça a parte acusadora responsável por defender os Direitos líquidos e certos constantes em nossa Constituição, declara que a Investigação de Abuso de Poder Econômico e Político que gerou a maior crise Politica/Financeira e Social da História do município é “IMPROCEDÊNTE”, o que este Cronista Político pode falar…
Apenas, que está tudo lindo e maravilhoso e que o Magistrado, somente tem um caminho a seguir :
– Se depois de 1 ano e alguns dias, 3 Juízes passaram no caso, um Juiz corregedor do CNJ, operadores jurídicos, promotores de Justiça, funcionários da máquina Judicial, milhares de reais desperdiçado e o povo este que vai pagar a conta com toda uma participação em massa não perceberam que tudo o feito até agora é IMPROCEDÊNTE…
Só cabe ao Magistrado, mandar arquivar o Processo por ser “IMPROCEDÊNTE” e parabenizar a Promotora por desperdiçar seu tempo e dos contribuintes…


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