HomePolítica

O REINO EM COLAPSO DO INONIMABEL DINHA!!!

my-portfolio

PELO COLUNISTA SEMANAL JFB -  A Justiça Bate à Porta - Julho 13, 2025 Simões Filho, cidade operária RMS, acordou nos últimos dias como se tivesse

SE EDUARDO ALENCAR TÁ COM DEL TAMBÉM ESTOU..
SCAVELLO SE DESTACA EM INDICAÇÃO PARA SEGURANÇA NAS ESCOLAS !!!’
Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS


PELO COLUNISTA SEMANAL JFB –  A Justiça Bate à Porta – Julho 13, 2025

Simões Filho, cidade operária RMS, acordou nos últimos dias como
se tivesse sido arrastada para o centro de um redemoinho que mistura política,
escândalos, abandono e Justiça. O que antes era sussurro de bastidor agora
explode em alto-falantes: o ciclo político que dominou a cidade nos últimos
anos está ruindo.

A invasão do Galpão da Prefeitura Municipal pelo Ministério
Público com apoio das polícias Civil e Militar foi o estopim mais visível da
crise. Mas o que parece operação de rotina é, na verdade, a ponta do iceberg de
um colapso institucional sem precedentes.

O Cerco
Jurídico se Fecha;

Com o afastamento do antigo juiz da 33ª Zona Eleitoral por decisão
do CNJ e a chegada do magistrado Leonardo Tenório de Albuquerque, os processos travados
ganharam ritmo. A AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) que investiga
a chapa Del–Simone–Dinha finalmente avança. E com força.

A audiência marcada para o dia 13 de agosto de 2025, às 14h,
promete ser histórica. Em pauta: abuso de poder político, econômico e fraude à
cota de gênero. Nos autos, há vídeos, nomeações em massa, servidores coagidos,
candidaturas laranjas e uso escancarado da máquina pública como trampolim
eleitoral.

As provas não são mais apenas denúncias de WhatsApp. São
documentos oficiais, áudios autenticados, vídeos públicos — e agora até depoimentos
de figuras do próprio sistema, num clima de delações e rachas internos.

A “Operação
Galpão”: O Escândalo em Carne e Osso;

No coração da crise, o Galpão da Prefeitura virou símbolo da
decadência administrativa. Ali, foram encontrados ônibus escolares abandonados,
ambulâncias sumidas, e o retrato literal do descaso.

O mais chocante: a ausência da UTI Móvel, desaparecida desde 2024,
que poderia ter salvado a vida do levita
Fábio Temeson
, autor do Hino de Simões Filho. Sua morte, em maio de 2024,
foi denunciada nas “Crônicas do Bom
Velhinho”
— e agora, virou prova solicitada pelo Ministério Público.

E mais: dezenas de ônibus escolares doados pelo Governo Federal —
os famosos “Amarelinhos” — estão
apodrecendo no pátio por falhas simples: pneus furados, baterias descarregadas,
bancos quebrados. Tudo isso, enquanto estudantes são transportados de forma
precária e a Prefeitura lança licitação milionária de R$ 17 milhões.

Exonerações,
Perseguições e o Gabinete do Ódio;         

A crise não se limita aos veículos.
Ela respinga em servidores públicos, como o caso do exonerado Ranguiner,
acusado de ter facilitado a filmagem que revelou o estado do galpão. Sua
demissão não foi administrativa — foi vingança política, prática antiga na
cartilha do autoritarismo municipal.

Por trás de tudo, opera o chamado “Gabinete do Ódio”: um grupo de influência interna que, segundo
fontes, manipula informações, controla cargos, filtra ameaças e organiza
retaliações. Um sistema de comando paralelo, onde Dinha, mesmo fora do cargo,
ainda dá as ordens.

A Profecia
dos Bastidores se Cumpre;

Quem acompanhou a crônica “Bastidores
do Poder”,
publicada semanas atrás, não se surpreende com o que está
acontecendo. Ali, já se alertava: Dinha nunca largou o poder. Del era apenas
uma peça em um tabuleiro controlado à distância — e o estopim seria o rompimento
do pacto de silêncio entre ambos.

A frase “Não vou segurar o
processo”,
atribuída a Dinha, agora ganha tons de tragédia política. O que
era ameaça virou realidade. A Justiça foi acionada — e respondeu.

E
a proximidade com o Judiciário, construída por meio de homenagens e
articulações suspeitas, agora é alvo de desconfiança. Em vez de proteger,
expôs. Em vez de blindar, arrastou a todos para o centro do furacão.

E Agora,
Simões Filho?

A cidade está à beira de um novo ciclo. A Justiça marcou a data, o
povo já percebeu o colapso, e os fatos — antes enterrados no galpão do
esquecimento — emergiram à luz do dia.

Resta saber
quem vai pagar a conta.

Quem
autorizou o abandono dos veículos?

Quem
sumiu com a ambulância?

Quem chantageou quem?

Quem vai responder pela fraude eleitoral?

Fim de um
Ciclo ou Princípio da Reconstrução?

A coroa caiu. Dinha, Del, Simone — todos estão sob o olhar da
Justiça e da população. A imagem de liderança inabalável desmoronou. E com ela,
todo um modelo de fazer política baseado em promessas, manipulação e controle
absoluto.

Simões Filho agora tem uma chance — talvez a última — de
reconstruir sua história com base na verdade, na justiça e no respeito ao povo.

Porque uma cidade não pode viver de sombras, de galpões trancados,
nem de ambulâncias sumidas. Ela precisa de luz, transparência e futuro.

 





Fonte: Clique aqui

COMMENTS

WORDPRESS: 0
DISQUS: