Não existe como abster-se de comentar mais este episódio da triste saga do prefeito biótico aquele prefeito que existiu no áureos tempos da ditad
Não existe como abster-se de comentar mais este episódio da triste saga do prefeito biótico aquele prefeito que existiu no áureos tempos da ditadura em tempos de outrora, o pequeno Gigante do Cristo Rei.
Dias antes do verdadeiro dilúvio de mais de 200 ml de pura água caindo dos céus da Boa Terra sobre a Gente Boa e sofrida de Simões Filho, que literalmente acabou com as obras de “Maquiagem do Município”.
Tivemos a única requalificação da Pitanguinha um Mimi Mimi praça, que restou para o Prefeito Tampão inaugurar, porquê o ex-prefeito Dinha, não deixou nadinha de nada para ele mostrar serviço em 120 dias de Governo somente prejuízos e dívidas para pagar.
Embora sendo que não hora H, lá estava o prefeito Super Star nos lolofotes da fama para fazer seu espetáculo midiatico ofuscando o pequeno Gigante do Cristo Rei.
Mas como Deus em sua infinita sabedoria não gosta de nada errado, mandou São Pedro mandar água, moral da História o investimento com mais milhões de dinheiros dos cofres públicos foi parar no esgoto e canais sem manutenção que inundou a cidade.
Mas falando em falta de manutenção e obras sonrisal, deixada pelo “ex-prefeito Maquina do Trabalho Sem nome e doido por Dinheiro e Poder”, neste mais novo capítulo da saga cadê os 4 bilhões denunciado por Genivaldo Lima.
Foi o grande número de árvores que caíram no município sobre patrimônio privado espalhados nas principais vias do município além de construções irregulares desmoronado que até carros soterrou.
A pergunta que não quer calar é alguém por aí viu o Secretário sumiDinho da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, o vereador licenciado Everton das Placas, responsável pela poda das árvores e fiscalização de obras e eventos irregulares ?
Mas a verdade tem que ser dita, em tempos de bonança é uma maravilha estar nos lolofotes da fama, mas no período de tempestade é o prefeito Tampão Del do Cristo Rei que tem que colocar a cara a tapa pedindo ajuda a população, enquanto os causadores dos problemas estão de boa curtindo seu feriadão do Dia do Trabalhador no conforto de suas casas litorâneas, longe do perigo de desastres.


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