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A Governança do ‘Fantoche’ Del em Simões Filho

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Em quase 60 dias de mandato, prefeito se torna refém das ordens do ex-gestor Diógenes Tolentino, enquanto a população clama por ações efetivasA pol

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Em quase 60 dias de mandato, prefeito se torna refém das ordens do ex-gestor Diógenes Tolentino, enquanto a população clama por ações efetivas

A política, frequentemente descrita como a arte de criar ordem no caos, parece ter encontrado sua antítese na gestão atual de Simões Filho, sob o comando do prefeito Del. O que deveria ser um novo capítulo na administração municipal se transformou em uma repetição das desordens da era Diógenes Tolentino, o ex-prefeito que, após a cerimônia de posse, presenteou Del com uma réplica da Arca da Aliança – mas, ao invés de mandamentos sagrados, a arca trouxe um manual de desordens, de acordo com informações da Coluna ‘Textículos do Mário’, do site Tudo é Política.

Nos primeiros 60 dias de mandato, Del se consolidou como um mero “fantoche” em um espetáculo político dirigido por Tolentino, que continua a exercer influência sobre as decisões da nova gestão. Entre as diretrizes que supostamente guiam o atual prefeito, destacam-se ordens que vão desde a proibição de auditorias até a exigência de que qualquer decisão seja previamente aprovada pelo ex-gestor.

Dez Mandamentos de Desordem

A lista de “Como Governar sem Governar” parece ter se tornado a bíblia da administração Del, que, ao invés de liderar, tem se mostrado um “anotador oficial” das vontades de Diógenes Tolentino. Entre as principais diretrizes do ex-prefeito, destacam-se:

1. “Não mexa nas contas da minha gestão” – A auditoria é vista como um pesadelo.

2. “Não nomeie ninguém sem me avisar” – Diógenes Tolentino é o “telefone vermelho” da prefeitura.

3. “Não decida nada sem minha opinião”* – Del se limita a anotar orientações.

4. “Não cutuque meus aliados” – A manutenção da panelinha está garantida.

5. “Não corte os benefícios dos meus apoiadores” – O “maná” deles é intocável.

6. “Não questione minhas indicações” – Mesmo que o indicado seja um parente distante.

7. “Não divulgue os gastos” – O sigilo é a regra de ouro.

8. *“Não priorize projetos sem minha bênção” – Diógenes Tolentino continua a ser o “Moisés” das prioridades.

9. “Não fale com a imprensa sem meu aval” – Del se torna um mero repetidor das falas da gestão anterior.

10. “Não saia da cadeira sem minha permissão” – A cadeira de Del se assemelha a um “trono emprestado”.

Enquanto isso, a população de Simões Filho observa com preocupação o abandono dos bairros e a insatisfação crescente dos apoiadores que ainda aguardam suas “recompensas”. Muitos já expressam descontentamento em relação à falta de ações concretas, apontando a inércia da gestão como um fator que os leva a situações de fome e necessidade.

Possibilidade de intervenção da justiça

A situação se complica ainda mais com a possibilidade de a Justiça cassar os mandatos de Del e Simone por abuso de poder. Contudo, alguns vereadores garantem que “tudo vai acabar em pizza”. Resta saber se essa pizza, que promete ser um banquete, será feita de maná ou de promessas vazias.

Reinício dos trabalhos na Câmara Municipal

A Câmara Municipal retoma os trabalhos na próxima terça-feira, 18. Este será um momento crucial para que vereadores e a população exijam ações efetivas e um posicionamento claro do governo. Enquanto isso, Diógenes Tolentino observa apreensivo, torcendo para que a Arca da Aliança não seja aberta. Afinal, se isso acontecer, quem sabe quais outras dez desordens poderão ser reveladas?

Se a política de Simões Filho fosse um filme, Tolentino seria o diretor, Del o ator coadjuvante, e o povo, o público que paga o ingresso. E fica a dica: se a Arca um dia for aberta, preparem a pipoca. O espetáculo da desordem pode estar apenas começando.



Fonte: Clique aqui

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